Control Tower integrada a GR: indicadores positivos da estratégia

O que gerenciamento de risco têm em comum com uma Control Tower? Absolutamente tudo. Da mesma maneira que a torre de controle visa acompanhar todo o processo logístico do transporte de carga, o gerenciamento de risco busca planejar cada etapa da cadeia para minimizar as margens de perigo e possíveis perdas e prejuízos que podem ser evitados. 

Se analisarmos o real significado do termo risco, encontramos a definição: “Iminência ou possibilidade de danos ou prejuízos, causados a coisas, pessoas ou imagem”. Ou seja, exatamente o produto final que este controle integrado oferece.

Já sabemos que, mesmo atuando em paralelo, essas duas soluções são cruciais para a eficiência do transporte de carga. Portanto, fica claro que, quando a integração entre elas acontece, o transportador conta com uma maior produtividade da operação. 

Isso porque,  o acompanhamento feito pela control tower ganha mais inteligência a partir do planejamento feito pelo GR.

Quer saber mais sobre as vantagens que a integração do gerenciamento de risco com a control tower pode agregar para a produtividade de uma operação de transporte de cargas e quais são os principais indicadores dessa estratégia? Continue a leitura e tire as suas dúvidas.

A importância de ter uma Control Tower integrada ao Gerenciamento de Risco

Sabemos que realizar uma operação logística sem uma Torre de Controle é uma tarefa possível, porém, difícil. Isso porque é a partir dela que se torna possível ter mais visibilidade sobre o processo completo e fazer análises importantes que contribuirão para o sucesso da jornada.

Outro fator que contribui para uma operação bem sucedida é ter um gerenciamento de risco bem detalhado, pois com ele, o transporte terá mais segurança em todas as etapas, seja em situações de roubos, acidentes, avarias ou qualquer outro risco que exponha o transporte ao perigo ou a qualquer tipo de perda – inclusive as ligadas a logística e a produtividade da frota.

Quando falamos em integração entre as duas soluções, os benefícios são ainda maiores, contribuindo para a redução de custos até tomadas de decisões rápidas que demandam a leitura de dados precisos para tornar o monitoramento do transporte mais sólido, ágil e eficaz. 

Outra vantagem da integração da torre de controle com o GR é a grande visibilidade e assertividade que entrega também ao embarcador e ao transportador, como, por exemplo: 

  • Acessar informações importantes em tempo real, como tempo médio de carga e descarga;
  • Mais controle de paradas durante as jornadas;
  • Cálculos precisos para previsões de chegada ao cliente;
  • Mais clareza sobre o tempo produtivo e improdutivo do veículo, 
  • Recebimento de alertas de riscos;
  • Controle de velocidade, etc.

Quando esse monitoramento é feito por uma empresa especializada, que atua com GR e uma control tower de forma integrada, o resultado é tido com mais precisão e inteligência. 

Isso porque a tecnologia utilizada e a maturidade de mercado possibilitam a criação de um histórico fiel facilitando que as tomadas de decisão, principalmente as que exigem senso crítico e emergencial, sejam feitas de forma estratégica e segura.

Quais são os indicadores positivos de uma estratégia integrada?

Se a control tower por si só gera dados importantes para o andamento da operação, quando somado ao GR o resultado é ainda maior. 

Por isso, para que a estratégia de integração seja positiva, é importante ter clareza de quais indicadores devem ser olhados com mais atenção para que a análise seja realizada de forma inteligente e eficaz.

Tenha em mente que cada operação pode ser personalizada de acordo com o segmento de mercado e os objetivos dos embarcadores e transportadores. 

Dessa forma, é importante entender quais são as suas prioridades e necessidades a partir do tipo de transporte a ser realizado. 

De modo geral, alguns indicadores chave podem estar presentes em grande parte das operações orientando e otimizando as ações para alcançar resultados expressivos e ganhos relevantes ao longo do processo. 

São eles:

  • Período de improdutividade: tempo que a equipe aguarda carga/descarga no cliente.
  • Custos da operação: manutenção e abastecimento do veículo, por exemplo.
  • Roteiro da frota: quilômetros percorridos, volume de coletas e entregas, entre outros.
  • Incidentes e ocorrências:  pneus furados, abastecimento, trânsito, etc.
  • Turnover: jornada de trabalho do motorista.
  • Feedback: avaliação dos serviços feitos pelos clientes.
  • Controle de horários/Jornada de trabalho: um dos maiores causadores de acidentes atualmente é a fadiga.
  • Controle de postos de paradas: escala da rota a ser usada na viagem, para indicação de postos mais seguros e melhor logística na operação.
  • Limite de velocidade: controles internos alertando os limites de velocidades nas vias, dependendo do controle que o cliente necessite.
  • Alertas de trechos perigosos: locais onde temos registros de mais acidentes.
  • Bloqueios de veículos: somente com o bloqueio inteligente, onde é identificado que o veículo está com velocidade “0”.
  • Locais de Roubos e Planejamento da Rota: mapeamento dos locais de roubos e locais de desvio de combustíveis, onde associamos para gerar alerta a central e ao cliente para tomada de decisão.

A Angellira é especialista em monitoramento de risco, logística e jornada, atendendo milhares de clientes entre embarcadores, transportadores, associações e cooperativas em todo Brasil.

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